O pecado chamado prazer (2014–2026): governamentalidade, biopolítica e produção de subjetividades no paradigma sexual Mórmon
DOI: 10.5281/zenodo.22097949
Palavras-chave:
Sexualidade; Governamentalidade; Biopolítica; Mormonismo; Subjetivação.Resumo
Este artigo apresenta uma reanálise ampliada do texto publicado em 2014 sobre o paradigma sexual mórmon, agora à luz dos desdobramentos teóricos ocorridos até 2026. O objetivo é aprofundar a discussão a partir dos conceitos de governamentalidade, biopolítica e subjetivação em Michel Foucault, incorporando também contribuições de Judith Butler, Giorgio Agamben, Byung-Chul Han e Anthony Giddens. A metodologia é bibliográfica, analítica e reflexiva, combinando revisão teórica com autocrítica epistemológica do percurso autoral. Conclui-se que a hipótese repressiva é insuficiente se isolada da análise dos dispositivos de poder que produzem sujeitos morais e religiosos. A sexualidade, nesse contexto, revela-se como campo estratégico de governo da vida e de constituição identitária.
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