Meu nome é Bond: a construção das relações de gênero na franquia James Bond (1962–2021)

DOI: 10.5281/zenodo.22128148

Autores

  • Alessandra Varisco Cogna Educação

Palavras-chave:

James Bond, análise do discurso, gênero, masculinidade, representações sociais

Resumo

O presente artigo analisa a construção discursiva das relações de gênero na franquia cinematográfica James Bond (007), considerando os filmes produzidos entre 1962 e 2021. A pesquisa adota abordagem qualitativa, fundamentada na Análise do Discurso, com foco na identificação de enunciados recorrentes que articulam linguagem, prática e contexto na representação do masculino e do feminino. Os resultados evidenciam a presença de padrões que naturalizam a dominação masculina, a objetificação do corpo feminino e a exclusão das mulheres dos espaços de poder, especialmente nas primeiras décadas da série. Observam-se, contudo, deslocamentos progressivos a partir dos anos 1990, com maior complexidade na representação feminina e a incorporação de críticas internas à narrativa. Conclui-se que, embora haja transformações, persistem estruturas discursivas que reproduzem desigualdades de gênero, revelando o cinema como espaço ativo de produção de imaginários sociais.

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Publicado

2026-08-27

Como Citar

Varisco, A. (2026). Meu nome é Bond: a construção das relações de gênero na franquia James Bond (1962–2021): DOI: 10.5281/zenodo.22128148. Pedagogia Em Revista, 1(2), 1–16. Recuperado de https://revistasfaesp.emnuvens.com.br/pedagogia/article/view/102